Omeka e Transifex

Estou traduzindo o Omeka para Pt_Br no Transifex. Se tudo der certo, termino hoje:

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O Omeka é uma plataforma livre para bibliotecas, OSCIPs, escolas e exibições. É possível colaborar on-line ou simplesmente criar exposições fantásticas.  Também pode ser usado como repositório da Memória.

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Belo Monte – Anúncio de uma Guerra

Se você está aqui, já entendeu que não escolhemos o financiamento coletivo por acaso. Mais do que um filme, queremos que “BELO MONTE – Anúncio de uma Guerra” seja um ato político da sociedade, uma luta pelo acesso à informação e pelo direito de participar das decisões do país.
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http://catr.se/tBVpgC

Direção: André D’Elia
Produção Excutiva: Beatriz Vilela, Francisco D’Elia
Direção de Fotografia: Rodrigo Levy Piza, Federico Dueñas
Direção de Som: Téo Villa, Diego Depane
Desenho Gráfico: Federico Dueñas
Montagem: Mauro Moreira
Ass. de Montagem: André Souza
Comunicação e Marketing: Digo Castello, Daniel Joppert, Caio Tendolini

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As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas – 2ª Edição

A escritora  Lídice Canella lança a 2ª Edição do Livro “As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas”

O lançamento foi realizado em Manaus-AM, no dia 21/11/2011, às 20 horas, na Assembléia Legislativa do Estado, com palestra e lançamento da 2ª edição do livro.

Resultado de uma ampla e profunda pesquisa histórica de Lídice, empreendida por 7 anos, a partir do texto do início do século XIX do pesquisador Vicomte Enrique Onffroy de Thoron. Um encontro com as raízes de uma longínqua e surpreendente história que revela o contato entre os povos do continente americano com as nações do oriente médio, sobretudo no tempo do sábio e grande Rei Salomão. O texto enfatiza a vida e feitos desse Rei e seu Arquiteto abordando ainda aspectos dos povos atlantes, fenícios e hebreus.

Mais sobre a obra

Apresentação por Roberto Evangelista
As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas

As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas

Para o pensamento africano, o consenso é que depois de sete gerações não conseguimos mais distinguir entre história e lenda.

Se considerarmos Heráclito, o proto-historiador, esse período pró esquecimento seria de 210 anos, visto que para ele uma geração se compunha de 30 anos – espaço tempo no qual o pai pode ver o filho engendrando novas gerações.

Segundo a Bíblia, no entanto, que determina o período de 40 anos como sendo o da duração de uma geração, o não distinguir mais entre história e mito se daria a partir dos 280 anos, um tempo mais extenso de memória viva.

Para os povos de tradição oral, tal como as nações tribais africanas, americanas, asiáticas e outras, é compreensível que – à luz crepuscular da memória – após quase três séculos, os fatos passem a ser narrados pelos velhos em volta das fogueiras, como lendas de seus antepassados.

Para o “povo do livro”, no entanto, o registro dos primórdios até aC está devidamente impresso na Torá. Aqui, lendas e mitos podem até compor o imaginário dos seus personagens, mas se encontram devidamente registrados para serem fervorosamente examinados, estudados e/ou decodificados.

Os povos de cultura oral e os da cultura escrita têm seus méritos e deméritos na hora de contar suas histórias. Pois mesmo os que escrituraram a sua gênese tiveram trechos da sua história adulterados – ainda que pese a bem intenção dos seus escribas – após sucessivas compilações, recopilações e traduções ao longo da história. Além do comodismo de não mais se ocupar em memorizar, pois o que está escrito está escrito…

…Salomão, o grande rei, teria algo a ver com a marcha dos homens sobre a terra? Seus feitos sapienciais poderiam ainda nos tocar profundamente, iluminando nossos corações e mentes? E Atlântida, o continente desaparecido? As provas de sua existência alterariam o curso da história atual, levando as nações a uma reflexão redentora sobre suas condutas insanas e predatórias? Existirá, afinal, algum elo entre aquele sábio, o Brasil e o continente perdido da Atlântida?

O imaginário da maioria dos homens de hoje não se lança mais a tantas fantásticas perguntas. Interesses e necessidades por tais mergulhos quanto à nossa trajetória por esse vale de lágrimas ficaram à deriva diante do turbilhão materialista, cientificista e midiático dos dias atuais.

Para os iniciados, no entanto, a trilha que a humanidade seguiu ao longo da sua história está permeada de linhas interrompidas, vazios, vácuos e interrogações clamando por respostas.

O livro de Lídice é um belíssimo roteiro na busca pela revelação desses mistérios. Para os marinheiros de primeira viagem, uma bússola de alta precisão. E, para o leitor audaz, o novelo de Ariadne, para adentrar no emaranhado labirinto do tempo e sair de lá ileso, lúcido, pleno de novas perspectivas.

Lídice, arguta argonauta, investigadora extremamente generosa, nos brinda com um acervo riquíssimo: um amplo e rigoroso trabalho de pesquisa, um substancial painel de dados – suas notas explicativas são reluzentes! – inédito em língua portuguesa.

Suas fontes são aquelas também reveladas por descobridores que, segundo a autora, experiente e renomada juíza, contaram apenas com a sua fé na trajetória de suas descobertas, já que o caminho percorrido por esses crentes do imaginário foi quase sempre solitário e calcado de críticas.

Eles, certamente, deveriam trazer muitas dúvidas sobre as tradicionais certezas históricas, “pois não há memória sem conteúdo imaginativo, como não há imaginário que não contenha memória”.

Senhoras e senhores faiscadores da verdade, iniciados nos mistérios órficos, eleusinos, báquicos ou pitagóricos, tomai vossos assentos, desapertai os cintos, desprendei a mente e boa viagem!

Leia o prefácio em PDF.

A publicação de 408 páginas, pode ser adquirida pelo preço de R$ 40,00 + PAC, através do e-mail viagensdoreisalomao@hotmail.com. Toda renda do livro será revertida para a UDV. O prazo de entrega de, 7 a 10 dias úteis.

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Qual é o significado da expressão “autoconhecimento”? (via Satsanga Online)

Ao que já foi exposto no Satsanga online, adiciono que a busca do conhecimento do eu deve ser acompanhada – e jamais isolada, porquanto não será uma busca verdadeira – da busca do alto conhecimento. Aquela que nos leva e aproxima do Criador.

Não se atinge o conhecimento pleno de Deus sem se conhecer plenamente a si, nem conhece chegará a conhecer-se integralmente quem desconhece o Pai.

Qual é o significado da expressão “autoconhecimento”? O termo “autoconhecimento” é amplamente utilizado para se referir ao propósito da espiritualidade, porém nos textos tradicionais não encontramos o “carimbo”:  autoconhecimento, como é utilizado no ocidente. Este é apenas um dos termos utilizados e que visto separadamente pode levar à confusão. É provável que o termo autoconhecimento tenha surgido da tradução do termo em inglês, "self-knowledge", contudo no inglês o termo "self" além de significar … Read More

via Satsanga Online

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Mais amor por favor. (via Me paga uma coca?)

O amor torna tudo novo de novo.

To dentro!

Mais amor por favor. Eu sou dessas que pensa que se as pessoas tivessem mais amor o mundo seria outro. O amor muda tudo, gente. Muda as pessoas, suas atitudes. O amor torna tudo tão fácil, leve e bonito. O que custa? Eu vejo por aí, nas notícias ou ao vivo mesmo, as pessoas que são pura maldade no coração e não consigo entender. O que faz uma pessoa só querer o mal da outra? O que impede dessa pessoa só…amar? "ai porque teve vida difícil". Nossa, que desculpa. Conh … Read More

via Me paga uma coca?

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