O livro ” Mestre Gabriel o Mensageiro de Deus” chega até nós

Finalmente chega até as comunidades Hoasqueiras o livro “Mestre Gabriel, o Mensageiro de Deus”. Os caianinhos esperam por este lançamento já tem um bom tempo. É, portanto, motivo de alegria entre nós, sejam da UDV ou de outras distribuições que reconhecem neste Mestre uma Luz a nos guiar.

Mestre Gabriel, o Mensageiro de Deus

“ Quem é esse personagem misterioso e fascinante, que, com tão escassa escolaridade, e em meio tão inóspito, incursiona pela mais refinada filosofia e marca, com sua presença, um novo momento no processo de evolução espiritual da humanidade? É o  que este livro, que não tem propósito doutrinário, se dispõe a examinar, traçando-lhe o perfil biográfico e expondo a obra que deixou.”

Leia o post na íntegra aqui.

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Estou traduzindo o Omeka para Pt_Br no Transifex. Se tudo der certo, termino hoje:

Top translations: omeka » core

O Omeka é uma plataforma livre para bibliotecas, OSCIPs, escolas e exibições. É possível colaborar on-line ou simplesmente criar exposições fantásticas.  Também pode ser usado como repositório da Memória.

Omeka e Transifex

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Belo Monte – Anúncio de uma Guerra

Se você está aqui, já entendeu que não escolhemos o financiamento coletivo por acaso. Mais do que um filme, queremos que “BELO MONTE – Anúncio de uma Guerra” seja um ato político da sociedade, uma luta pelo acesso à informação e pelo direito de participar das decisões do país.
http://catarse.me/pt/projects/459-belo-monte-anuncio-de-uma-guerra/video_embed

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http://catr.se/tBVpgC

Direção: André D’Elia
Produção Excutiva: Beatriz Vilela, Francisco D’Elia
Direção de Fotografia: Rodrigo Levy Piza, Federico Dueñas
Direção de Som: Téo Villa, Diego Depane
Desenho Gráfico: Federico Dueñas
Montagem: Mauro Moreira
Ass. de Montagem: André Souza
Comunicação e Marketing: Digo Castello, Daniel Joppert, Caio Tendolini

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As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas – 2ª Edição

A escritora  Lídice Canella lança a 2ª Edição do Livro “As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas”

O lançamento foi realizado em Manaus-AM, no dia 21/11/2011, às 20 horas, na Assembléia Legislativa do Estado, com palestra e lançamento da 2ª edição do livro.

Resultado de uma ampla e profunda pesquisa histórica de Lídice, empreendida por 7 anos, a partir do texto do início do século XIX do pesquisador Vicomte Enrique Onffroy de Thoron. Um encontro com as raízes de uma longínqua e surpreendente história que revela o contato entre os povos do continente americano com as nações do oriente médio, sobretudo no tempo do sábio e grande Rei Salomão. O texto enfatiza a vida e feitos desse Rei e seu Arquiteto abordando ainda aspectos dos povos atlantes, fenícios e hebreus.

Mais sobre a obra

Apresentação por Roberto Evangelista
As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas

As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas

Para o pensamento africano, o consenso é que depois de sete gerações não conseguimos mais distinguir entre história e lenda.

Se considerarmos Heráclito, o proto-historiador, esse período pró esquecimento seria de 210 anos, visto que para ele uma geração se compunha de 30 anos – espaço tempo no qual o pai pode ver o filho engendrando novas gerações.

Segundo a Bíblia, no entanto, que determina o período de 40 anos como sendo o da duração de uma geração, o não distinguir mais entre história e mito se daria a partir dos 280 anos, um tempo mais extenso de memória viva.

Para os povos de tradição oral, tal como as nações tribais africanas, americanas, asiáticas e outras, é compreensível que – à luz crepuscular da memória – após quase três séculos, os fatos passem a ser narrados pelos velhos em volta das fogueiras, como lendas de seus antepassados.

Para o “povo do livro”, no entanto, o registro dos primórdios até aC está devidamente impresso na Torá. Aqui, lendas e mitos podem até compor o imaginário dos seus personagens, mas se encontram devidamente registrados para serem fervorosamente examinados, estudados e/ou decodificados.

Os povos de cultura oral e os da cultura escrita têm seus méritos e deméritos na hora de contar suas histórias. Pois mesmo os que escrituraram a sua gênese tiveram trechos da sua história adulterados – ainda que pese a bem intenção dos seus escribas – após sucessivas compilações, recopilações e traduções ao longo da história. Além do comodismo de não mais se ocupar em memorizar, pois o que está escrito está escrito…

…Salomão, o grande rei, teria algo a ver com a marcha dos homens sobre a terra? Seus feitos sapienciais poderiam ainda nos tocar profundamente, iluminando nossos corações e mentes? E Atlântida, o continente desaparecido? As provas de sua existência alterariam o curso da história atual, levando as nações a uma reflexão redentora sobre suas condutas insanas e predatórias? Existirá, afinal, algum elo entre aquele sábio, o Brasil e o continente perdido da Atlântida?

O imaginário da maioria dos homens de hoje não se lança mais a tantas fantásticas perguntas. Interesses e necessidades por tais mergulhos quanto à nossa trajetória por esse vale de lágrimas ficaram à deriva diante do turbilhão materialista, cientificista e midiático dos dias atuais.

Para os iniciados, no entanto, a trilha que a humanidade seguiu ao longo da sua história está permeada de linhas interrompidas, vazios, vácuos e interrogações clamando por respostas.

O livro de Lídice é um belíssimo roteiro na busca pela revelação desses mistérios. Para os marinheiros de primeira viagem, uma bússola de alta precisão. E, para o leitor audaz, o novelo de Ariadne, para adentrar no emaranhado labirinto do tempo e sair de lá ileso, lúcido, pleno de novas perspectivas.

Lídice, arguta argonauta, investigadora extremamente generosa, nos brinda com um acervo riquíssimo: um amplo e rigoroso trabalho de pesquisa, um substancial painel de dados – suas notas explicativas são reluzentes! – inédito em língua portuguesa.

Suas fontes são aquelas também reveladas por descobridores que, segundo a autora, experiente e renomada juíza, contaram apenas com a sua fé na trajetória de suas descobertas, já que o caminho percorrido por esses crentes do imaginário foi quase sempre solitário e calcado de críticas.

Eles, certamente, deveriam trazer muitas dúvidas sobre as tradicionais certezas históricas, “pois não há memória sem conteúdo imaginativo, como não há imaginário que não contenha memória”.

Senhoras e senhores faiscadores da verdade, iniciados nos mistérios órficos, eleusinos, báquicos ou pitagóricos, tomai vossos assentos, desapertai os cintos, desprendei a mente e boa viagem!

Leia o prefácio em PDF.

A publicação de 408 páginas, pode ser adquirida pelo preço de R$ 40,00 + PAC, através do e-mail viagensdoreisalomao@hotmail.com. Toda renda do livro será revertida para a UDV. O prazo de entrega de, 7 a 10 dias úteis.

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Qual é o significado da expressão “autoconhecimento”? (via Satsanga Online)

Ao que já foi exposto no Satsanga online, adiciono que a busca do conhecimento do eu deve ser acompanhada – e jamais isolada, porquanto não será uma busca verdadeira – da busca do alto conhecimento. Aquela que nos leva e aproxima do Criador.

Não se atinge o conhecimento pleno de Deus sem se conhecer plenamente a si, nem conhece chegará a conhecer-se integralmente quem desconhece o Pai.

Qual é o significado da expressão “autoconhecimento”? O termo “autoconhecimento” é amplamente utilizado para se referir ao propósito da espiritualidade, porém nos textos tradicionais não encontramos o “carimbo”:  autoconhecimento, como é utilizado no ocidente. Este é apenas um dos termos utilizados e que visto separadamente pode levar à confusão. É provável que o termo autoconhecimento tenha surgido da tradução do termo em inglês, "self-knowledge", contudo no inglês o termo "self" além de significar … Read More

via Satsanga Online

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