Pequim pede “ações concretas” de Sarkozy


De novo, a China se mostra ao mundo, com a maior cara dura e não dá a mínima para o que pensamos. Todos sabem que a China é recordista em violações dos direitos humanos. Todo mundo sabe que as olimpíadas serviram de jogo político para promovere os negócios. Todo mundo sabe tudo, mas não tem ONU nem ninguém que tenha coragem de fazer coisa alguma para dar um basta na violência chinesa.

Lulas e Bushes brincam de faz-de-conta-que-não-acontece-nada e se travestem de inocentes crianças brincando de negociar que não vêem o sangue derramado, as torturas e a exploração.

Até quando?

Quem sabe os Franceses, que também não gostam de estranhos dizendo o que devem fazer, são os que irão iniciar a reviravolta. Que seja pacífica e determinada.

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Da EFE

Pequim, 9 dez (EFE).- A China disse hoje que o presidente francês, Nicolas Sarkozy, deve “reparar com ações concretas o ‘dano’ que produziu nas relações bilaterais seu recente encontro com o Dalai Lama”, mas explicou quais seriam estas ações.

“Esperamos e pedimos que o lado francês assuma sua responsabilidade e dê passos efetivos para emendar seus erros e criar o clima propício para o desenvolvimento das relações bilaterais”, assinalou hoje em entrevista coletiva o porta-voz do Ministério de Relações Assuntos Exteriores chinês, Liu Jianchao.

“É um imperativo para a França tomar ações para criar um clima propício”, insistiu, sem, no entanto, precisar que ações Sarkozy deveria tomar, segundo seu Governo.

Perguntado por detalhes mais concretos sobre essa emenda, o porta-voz chinês assinalou que este “é precisamente o assunto que os franceses têm que estudar e discutir”.

A China cancelou uma cúpula de alto nível com a União Européia que estava prevista para este mês como medida de pressão contra o encontro entre o dirigente francês, presidente rotativo da UE, e o monge budista.

O encontro entre Sarkozy e o líder espiritual tibetano no exílio aconteceu passado, na Polônia, e causou um dos maiores momentos de tensão entre Pequim e Paris depois que em abril manifestantes pró-tibetanos interromperam a passagem da chama olímpica pela capital chinesa.

No atual conflito, a diferença é que “os líderes franceses ignoraram as reiteradas expressões de preocupação de chinesa em assuntos-chave e insistiram em se reunir com o Dalai Lama”, declarou o porta-voz chinês.

A China ameaçou a França, afirmando, que o encontro com o Dalai Lama terá repercussões em seu comércio bilateral, pelo qual Paris fornece a Pequim tecnologia nuclear de terceira geração.

Em editorial publicada hoje pelo “Diário do Povo”, órgão oficial do Partido Comunista, o jornal assinala que China traçou “uma linha vermelha” diplomática para deixar claro aos países estrangeiros que não se intrometam em assuntos que Pequim considera de ordem interna, como a independência do Tibete ou de Taiwan. EFE

via G1 > Mundo – NOTÍCIAS – Pequim pede “ações concretas” de Sarkozy, mas não diz quais.

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