Drogas do conhecimento


Existem experimentos que provocam a imaginação e o receio do desconhecido. Danielle Turner, do Departamento de Neurociências Clínicas na Universidade de Cambridge apresentou o resultado dos testes dos mediamentos do conhecimento, um deles o Modafinil. Estas pílulas aumentam a capacidade de concentração e retenção do aprendizado.

Inicialmente desenvolvidas para narcolépticos ou pessoas que adormecem involuntariamente (as vezes chego a pensar que sou isso aí – cruz credo), seu uso é comum nos Estados Unidos por estudantes e profissionais. Gary Lynch, da Universidade Irvine da Califórnia, ajudou a inventar uma outra classe destes remédios, chamada Ampakines, que alega aumentar a memória e o conhecimento. As experiências com animais sugerem que a droga permite que o cérebro se reconecte ou faça conexões entre regiões cerebrais diferentes, que não ocorrem normalmente. Isso levaria as pessoas a “construir pensamentos que vão um pouco além do cérebro normal”.

Até onde podemos ir? Imagino que estes medicamentos possam ser usados em pacientes com DDA, mas só imagino. A reportagem completa da BBCBrasil, diz que Britânicos avaliam impacto de drogas do conhecimento. É que o governo Britânico preocupa-se que a droga seja mais um modismo e que possa virar um cult.

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