Biocombustível, escravos e a Petrobrás


Não dá para esquecer que nos anos 90 uma ONG inglesesa distribuia camisetas com “Salve a Amazônia. Mate um brasileiro”, enquanto ignorava a importação de mogno ilegal para fabricação de tacos de criquete.

Agora parece que a comunidade euro-peia está dividida entre apoiar o Biocombustível brasileiro e escomungá-lo, com a falsa pretensão de salvar os famintos e impedir a aniquilação completa da fauna e flora Amazônica (com “A” maiúsculo mesmo).

Num dos poucos momentos de razão desde sabe-Deus-quando, Lula ensinou aos cientistas e políticos presentes que não se cultiva cana-de-açúcar no Amazonas. Alguém deve ter contado ao Presidente.

Enquanto isso, a Petrobrás anuncia que não irá mais comprar álcool da Pagrisa, de Ulianóplis (PA), por conta dos escravos que foram libertados. Explicaram que há dois dias a Pagrisa não constava na lista negra do Ministério do Trabalho. Esta listinha divulga nomes das empresas autuadas por uso de-mão-de obra escrava. Atenção! Escrevo isto em pleno século 21.

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