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O livro ” Mestre Gabriel o Mensageiro de Deus” chega até nós

Finalmente chega até as comunidades Hoasqueiras o livro “Mestre Gabriel, o Mensageiro de Deus”. Os caianinhos esperam por este lançamento já tem um bom tempo. É, portanto, motivo de alegria entre nós, sejam da UDV ou de outras distribuições que reconhecem neste Mestre uma Luz a nos guiar.

Mestre Gabriel, o Mensageiro de Deus

“ Quem é esse personagem misterioso e fascinante, que, com tão escassa escolaridade, e em meio tão inóspito, incursiona pela mais refinada filosofia e marca, com sua presença, um novo momento no processo de evolução espiritual da humanidade? É o  que este livro, que não tem propósito doutrinário, se dispõe a examinar, traçando-lhe o perfil biográfico e expondo a obra que deixou.”

Leia o post na íntegra aqui.

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As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas – 2ª Edição

A escritora  Lídice Canella lança a 2ª Edição do Livro “As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas”

O lançamento foi realizado em Manaus-AM, no dia 21/11/2011, às 20 horas, na Assembléia Legislativa do Estado, com palestra e lançamento da 2ª edição do livro.

Resultado de uma ampla e profunda pesquisa histórica de Lídice, empreendida por 7 anos, a partir do texto do início do século XIX do pesquisador Vicomte Enrique Onffroy de Thoron. Um encontro com as raízes de uma longínqua e surpreendente história que revela o contato entre os povos do continente americano com as nações do oriente médio, sobretudo no tempo do sábio e grande Rei Salomão. O texto enfatiza a vida e feitos desse Rei e seu Arquiteto abordando ainda aspectos dos povos atlantes, fenícios e hebreus.

Mais sobre a obra

Apresentação por Roberto Evangelista
As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas

As viagens dos vassalos do rei Salomão ao rio das amazonas

Para o pensamento africano, o consenso é que depois de sete gerações não conseguimos mais distinguir entre história e lenda.

Se considerarmos Heráclito, o proto-historiador, esse período pró esquecimento seria de 210 anos, visto que para ele uma geração se compunha de 30 anos – espaço tempo no qual o pai pode ver o filho engendrando novas gerações.

Segundo a Bíblia, no entanto, que determina o período de 40 anos como sendo o da duração de uma geração, o não distinguir mais entre história e mito se daria a partir dos 280 anos, um tempo mais extenso de memória viva.

Para os povos de tradição oral, tal como as nações tribais africanas, americanas, asiáticas e outras, é compreensível que – à luz crepuscular da memória – após quase três séculos, os fatos passem a ser narrados pelos velhos em volta das fogueiras, como lendas de seus antepassados.

Para o “povo do livro”, no entanto, o registro dos primórdios até aC está devidamente impresso na Torá. Aqui, lendas e mitos podem até compor o imaginário dos seus personagens, mas se encontram devidamente registrados para serem fervorosamente examinados, estudados e/ou decodificados.

Os povos de cultura oral e os da cultura escrita têm seus méritos e deméritos na hora de contar suas histórias. Pois mesmo os que escrituraram a sua gênese tiveram trechos da sua história adulterados – ainda que pese a bem intenção dos seus escribas – após sucessivas compilações, recopilações e traduções ao longo da história. Além do comodismo de não mais se ocupar em memorizar, pois o que está escrito está escrito…

…Salomão, o grande rei, teria algo a ver com a marcha dos homens sobre a terra? Seus feitos sapienciais poderiam ainda nos tocar profundamente, iluminando nossos corações e mentes? E Atlântida, o continente desaparecido? As provas de sua existência alterariam o curso da história atual, levando as nações a uma reflexão redentora sobre suas condutas insanas e predatórias? Existirá, afinal, algum elo entre aquele sábio, o Brasil e o continente perdido da Atlântida?

O imaginário da maioria dos homens de hoje não se lança mais a tantas fantásticas perguntas. Interesses e necessidades por tais mergulhos quanto à nossa trajetória por esse vale de lágrimas ficaram à deriva diante do turbilhão materialista, cientificista e midiático dos dias atuais.

Para os iniciados, no entanto, a trilha que a humanidade seguiu ao longo da sua história está permeada de linhas interrompidas, vazios, vácuos e interrogações clamando por respostas.

O livro de Lídice é um belíssimo roteiro na busca pela revelação desses mistérios. Para os marinheiros de primeira viagem, uma bússola de alta precisão. E, para o leitor audaz, o novelo de Ariadne, para adentrar no emaranhado labirinto do tempo e sair de lá ileso, lúcido, pleno de novas perspectivas.

Lídice, arguta argonauta, investigadora extremamente generosa, nos brinda com um acervo riquíssimo: um amplo e rigoroso trabalho de pesquisa, um substancial painel de dados – suas notas explicativas são reluzentes! – inédito em língua portuguesa.

Suas fontes são aquelas também reveladas por descobridores que, segundo a autora, experiente e renomada juíza, contaram apenas com a sua fé na trajetória de suas descobertas, já que o caminho percorrido por esses crentes do imaginário foi quase sempre solitário e calcado de críticas.

Eles, certamente, deveriam trazer muitas dúvidas sobre as tradicionais certezas históricas, “pois não há memória sem conteúdo imaginativo, como não há imaginário que não contenha memória”.

Senhoras e senhores faiscadores da verdade, iniciados nos mistérios órficos, eleusinos, báquicos ou pitagóricos, tomai vossos assentos, desapertai os cintos, desprendei a mente e boa viagem!

Leia o prefácio em PDF.

A publicação de 408 páginas, pode ser adquirida pelo preço de R$ 40,00 + PAC, através do e-mail viagensdoreisalomao@hotmail.com. Toda renda do livro será revertida para a UDV. O prazo de entrega de, 7 a 10 dias úteis.

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Vitórias memoráveis da grande nação hoasqueira

Da ALEAC

Durante sessão solene realizada nesta terça-feira, 12, na Assembleia Legislativa em alusão aos 50 anos da União do Vegetal, o coordenador de Relações Institucionais da UDV, Édson Lodi, falou que a união do vegetal é uma religião de origem brasileira e de dimensão universal. Para ele o vegetal professa crença na reencarnação, com o objetivo de evolução espiritual.

De acordo com Édson, a União do Vegetal sustenta o código ético/moral expresso nos dez mandamentos de Moisés e vê no Divino Mestre Jesus, o filho de Deus, o salvador da humanidade. “Isso é o que a torna uma religião cristã. Tem no Mestre Gabriel um guia seguro, uma luz amiga a orientar os nossos passos”.

Presente no nome da instituição – Centro Espírita Beneficente União do Vegetal, a Beneficência se firma cada vez mais na prática do amor ao próximo, explicou o coordenador Édson Lodi. Ele ressaltou ainda o trabalho social realizado pela UDV. “Só em 2010 o trabalho da União do Vegatal resultou em mais de 113 mil atendimentos sociais. O volume de benefícios realizado em 2011 ainda está sendo computado, mas levantamentos preliminares apontam para um número ainda maior”.

Segundo Édson Lodi, desde o inicio a União do Vegetal vem promovendo iniciativas para demonstrar àqueles que ainda não conhecem suas práticas que o vegetal (Hoasca) é “comprovadamente inofensivo à saúde”. “Essas palavras do Mestre Gabriel estão presentes desde o primeiro estatuto, registrado em cartório em março de 1968. Entretanto, tivemos que vencer alguns desafios motivados pelo desconhecimento do assunto, e, em alguns casos, pelo preconceito”.

O coordenador lembrou que o Mestre Gabriel em uma frase lapidar mostrou o caminho para conseguir o apoio necessário ao trabalho que desenvolvia utilizando o chá Hoasca como sacramento religioso. “Ao longo dos 50 anos de existência o Centro Espírita Beneficente União do Vegetal tem buscado estreitar os laços de respeito, coragem e transparência em seu relacionamento com as autoridades. O resultado disso são vitórias memoráveis que compõem a história da grande nação hoasqueira. Portanto, entre as comemorações do cinqüentenário da UDV estamos tendo a honra de receber o reconhecimento do poder público, aqui representado por esta Assembleia Legislativa”.
Leia a seguir o discurso de Édson Lodi em homenagem aos 50 anos da UDV escrito na integra:

Não se trata de passageiros, portanto efêmeros:Aos discursos encaminharemos documentos e relatórios, dando conta de nossas conquistas institucionais na busca de uma inserção na sociedade sempre pautada por um genuíno propósito construtivo.

Desta forma, incorporamos ao acervo dos parlamentos expressiva fonte de consulta, respaldando a manutenção do direito ao uso da Hoasca, segundo os princípios de Mestre Gabriel e dos preceitos legais. Oferecer informações reais é uma forma de cativar as autoridades:

Citarei apenas duas grandes conquistas já que ficará à disposição desta Assembleia uma expressiva documentação sobre a UDV. Em 1971, sobre forte perseguição das autoridades, e após a abertura do processo com o Governo do Território de Rondônia, Mestre Gabriel fez constar no Estatuto do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal a seguinte afirmação: “Para efeito de concentração mental, os associados, de sua livre espontânea vontade, bem um chá, que é a união de dos vegetais, o Mariri e a Chacrona, comprovadamente inofensivos a saúde”.

Dito por um simples cabloco, com pouca instrução material, todavia, conhecedor do reino vegetal, dos segredos e mistérios da Hoasca. Anos depois, em 1999 o Governo Norte Americano, um dos mais poderosos da terra, sob o comando do Presidente Busch usou todo o seu poder para provar que o Vegetal Hoasca causava danos a saúde e não conseguiu. Esta foi uma das razões que a Suprema Corte dos Estados Unidos, por unanimidade aprovou que a União do Vegetal pudesse continuar seu trabalho religioso naquele país com o uso de nosso sacramento: a Hoasca.

Ao mesmo tempo o governo brasileiro sofria perseguições em decorrência do caso nos Estados Unidos. O que me faz trazer outro exemplo da persistente e vitoriosa luta de manter nosso direito ao uso religioso do chá Hoasca, é a iniciativa do Conselho Nacional Antidrogas que em 2004 instituiu o Grupo Multidisciplinar de Trabalho (GMT) para o levantamento e acompanhamento, do uso religioso da Hoasca.

O documento oficial do GMT foi publicado no DOU, no dia 26 de janeiro de 2010 e mantém os princípios que vem sendo adotados pela UDV – e também por outras entidades seriamente comprometidas com o uso religioso do chá Ayahasca- desde sua criação por José Gabriel da Costa.

É costume dizer que a Associação Novo Encanto de Desenvolvimento Ecológico é o braço ambiental da União do Vegetal, o que é uma realidade. Entretanto este braço precisa que algo que o faça mover; o sentimento da preservação da natureza.

Portanto, prefiro dizer que a Novo Encanto é o coração ambiental – ou o coração verde e fértil – da União do Vegetal. A UDV também realizou encontros nacionais e internacionais com o intuito de compartilhar informações acerca do conhecimento produzido no âmbito de sua esfera de ação, notadamente o IV Congresso da União do Vegetal e II Congresso Internacional da Hoasca, realizado em Brasília maio de 2008. Este Congresso culminou com a edição do livro Hoasca Ciência, Sociedade e Meio Ambiente.

Mircléia Matos
Agência Aleac

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E já chegou o dia do bem

E ja chegou o Dia do Bem…eu acredito e voce deve acreditar tambem artigo da minha amiguinha Juliane Oliveira.

Deus nos deu a vida, a inteligência, a capacidade de praticarmos o amor. A decência, a bondade, e para agradecer é que juntos hoje estamos.  Por um mundo mais fraterno, por um mundo mais humano. Rick, da dupla Rick e Renner, em Dia do Bem – musica tema da nossa campanha e que nos faz acreditar que fazer um pouco mais vale muito!

 

O Dia do Bem nasceu do interesse dos sócio da Agua Vida e Novo Encanto em proporcionar aos moradores do Ramal dos Coelhos, na comunidade do Cucurunã, um natal mais feliz e digno, reforçando o verdadeiro sentimento vivido nessa época, que é a vivencia pura da fraternidade humana. Nesta busca, as entidades se organizam e saem as ruas de Santarem recolhendo roupas, brinquedos e alimentos para doarem as famílias que realmente precisam. As caminhadas acontecem prioritariamente nos meses de novembro e dezembro.

Ate o ano passado as doações recolhidas durante as caminhadas pela cidade de Santarem se concentravam no Ramal dos Coelhos (comunidade do Cucurunã) e Tapera Velha, na região do Curua-una, alem de algumas famílias já atendidas anteriormente pelo Dia do Bem, mas que não se concentram em nenhuma dessas areas. Em 2010, pretendemos aumentar o nosso raio de ação e atender um numero maior de famílias moradoras da regiao do Eixo Forte, que contempla 18 comunidades ao longo da Rodovia Everaldo Martins, entre elas a própria comunidade do Cucurunã.

Leia o que mais ela tem a dizer aqui.

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Mais um avanço no transporte de Mariri e Chacrona

A Resolução foi elaborada a várias mãos, com apoio e assistência da Barquinha, Alto Santo e União do Vegetal.

Governo do Acre regulamenta uso do daime

JEAN-PHILIP STRUCK
DE SÃO PAULO – 23/12/2010

As organizações religiosas do Acre que utilizam a ayahuasca, também conhecida como hoasca ou daime, em seus rituais terão que pedir autorização e seguir regras para extrair, coletar e transportar o cipó e a folha usados no preparo do chá alucinógeno.

A resolução foi publicada pelo governo do Acre na quarta-feira (22). A elaboração das regras contou com a participação de igrejas daimistas.

Agora, as entidades religiosas que extraem, coletam e transportam o cipó jagube e a folha chacrona no Estado deverão constar em um cadastro elaborado pelo Imac (Instituto de Meio Ambiente do Acre).

De acordo com a resolução, as entidades só poderão utilizar 4.800 kg de cipó e 720 kg de folha, anualmente, ou 1.200 kg de cipó e 180 kg de folha, em cada coleta. A resolução também determina quais são as técnicas de corte que devem ser utilizadas na extração das folhas e do cipó.

Caso as igrejas necessitem consumir cipó ou folhas acima da cota permitida, deverão justificar e comprovar a necessidade do aumento de consumo. A fiscalização e a análise dos casos serão realizadas pelo Imac.

Se a extração for superior à declarada, a autorização será automaticamente suspensa.

As entidades ainda deverão ter sede e comprovar que atuam no Estado do Acre, além de informar o local em que preparam o chá, o número de membros da entidade, o consumo médio anual e a quantidade de litros de chá produzido.

Já o plantio, extração, coleta e transporte com o fim comercial ou lucrativo do cipó e a folha não serão autorizados.

As entidades têm 12 meses para se cadastrar e se adequar à resolução. Depois disso, quem for encontrado transportando ou coletando o cipó e as folhas sem autorização terá o material apreendido.

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