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Ex-prefeito, procurador e PM são presos em Guaratuba; vice-prefeito é procurado

Claro que todos os envolvidos se dizem inocentes – isso vai mudar um dia? – mas é fato que a PF não sai prendendo políticos e procuradores por diversão. Tenho confiança no serviço da PF e acredito que é a Polícia mais séria do País. Trabalho exemplar para homens sem medo e sem rabo preso.

Os palmiteiros não são somente agressores do meio-ambiente enquanto cortadores de palmito. Nada é respeitado na mata, nem a condição do ambiente ao redor do palmito, nem os habitantes e nem os compradores que são lesados ao comprarem palmito “certificado”.

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Deu na Gazeta do Povo: Ex-prefeito, procurador e PM são presos em Guaratuba; vice-prefeito é procurado .

Jonathan Campos / Agência de Notícias Gazeta do Povo / 17/11/2009 | 09:45 | Célio Yano, Heliberton Cesca e Fernanda Leitóles

Jonathan Campos / Agência de Notícias Gazeta do Povo / Um dos detidos foi o ex-prefeito José Ananias dos Santos, que é pai do atual vice-prefeito Um dos detidos foi o ex-prefeito José Ananias dos Santos, que é pai do atual vice-prefeito

Operação Juçara

Ex-prefeito, procurador e PM são presos em Guaratuba; vice-prefeito é procurado

Ao todo, 18 pessoas foram detidas sob a acusação de explorar uma espécie ameaçada de extinção em áreas de proteção ambiental. Grupo utilizava documentos frios para forjar a autorização para o corte e contava até com assessoria jurídica

Dezoito pessoas, entre elas funcionários públicos e autoridades ligadas ao poder executivo de Guaratuba, foram presas na manhã desta terça-feira (17) acusadas de integrar uma quadrilha que explorava a extração ilegal de palmito-juçara na região do litoral do Paraná. De acordo com a Polícia Federal (PF), o grupo explorava a espécie vegetal, ameaçada de extinção, no Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange e em áreas de proteção ambiental de Guaraqueçaba e Guaratuba, e revendia como se o material fosse produzido em áreas autorizadas, por meio de documentos frios.

Ao todo, 19 mandados de prisão preventiva foram expedidos pela Justiça Federal, dos quais até as 18 horas faltava cumprir apenas um. Esse mandado era contra o vice-prefeito da cidade, José Ananias Santos Júnior. Entre os detidos estão o ex-prefeito José Ananias dos Santos, pai do vice-prefeito, o procurador-geral do município, Jean Colbert Dias, e o chefe da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), Mordecai Magalhães de Oliveira, além de Francisco Antônio de Oliveira, fiscal do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), e o sargento da Polícia Militar (PM) Valmir Santana Filho, que atua no Batalhão de Polícia Ambiental Força Verde.

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Leia a nota oficial da prefeitura de Guaratuba na íntegra:

“Em resposta a operação da Polícia Federal, denominada “Operação Juçara” que realizou a detenção de diversas pessoas e que está a investigar dois agentes públicos municipais (o Vice-Prefeito e o Procurador Geral do Município), a Prefeitura Municipal de Guaratuba vem prestar o seguinte esclarecimento: Inicialmente, vale destacar que a prefeitura não coaduna com qualquer tipo de agressão ambiental. Da mesma sorte, a Administração não tem conhecimento de nenhum ato que desabone a conduta dos agentes públicos municipais no exercício de seus misteres.

Outrossim, é fato que as investigações atingem as atividades privadas dos envolvidos e que os documentos supostamente forjados, bem como as autorizações para o corte em áreas de proteção ambiental não são expedidas pela Prefeitura Municipal de Guaratuba e sim por órgãos estaduais. Logo, independente da evolução das investigações, pode-se afirmar, de forma categórica, que nenhum documento municipal foi forjado, bem como nenhum dos ilícitos supostamente praticados tinham relação direta ou indireta com a Administração Pública Municipal.

Assim, tendo em vista que os supostos ilícitos não se relacionam com a Administração Pública Municipal e invocando a presunção da inocência e o direito a ampla defesa e ao contraditório que norteiam o direito brasileiro é que o Executivo Municipal irá aguardar os esclarecimentos dos fatos através do devido processo legal, para então, tomar as providências cabíveis ao caso”.

 

Foram presos ainda cinco proprietários de sítios da região e quatro funcionários da empresa de Santos, entre eles a filha do ex-prefeito. As prisões ocorreram nas cidades de Antonina, Morretes, Paranaguá e Guaratuba, municípios do litoral do Paraná, e em Guaramirim, em Santa Catarina. Um dos mandados de prisão ainda seria cumprido no estado de São Paulo, mas o alvo foi encontrado e detido em Antonina.

De acordo com o delegado-chefe da PF em Paranaguá, Jorge Luís Fayad Nazário, o mentor do esquema era o ex-prefeito José Ananias dos Santos. Segundo Nazário, Santos é proprietário de uma empresa produtora de palmitos e, por meio da quadrilha, dava caráter legal para as extrações da espécie vegetal ameaçada de extinção. “Se parasse (em uma fiscalização) os fiscais iriam achar que era legal; ele andava com nota fiscal e autorização de corte”, diz o delegado.

Ainda segundo a PF, o procurador-geral do município entrava no esquema orientando os demais integrantes sobre como agir e o que dizer à polícia durante uma abordagem. “Ele estava dando assessoria jurídica para o grupo”, define Nazário. Já o chefe da Ciretran, sob solicitação de Santos, teria a função de conferir a propriedade de qualquer carro da cidade para descobrir se o veículo pertencia à PF, de modo a despistar uma possível fiscalização. Conforme apontam as investigações, o produto era vendido nos estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina.

As investigações começaram no início do ano, após uma prisão em flagrante, por extração ilegal de palmito, no Parque Nacional Sait Hilaire. Ao todo, 100 policiais federais participam da Operação Juçara, como foi batizada a ação desta terça, que conta ainda com a policiais militares e servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Além das prisões, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão, que resultaram no recolhimento de notas fiscais, documentos e uma pequena quantidade de palmito.

Segundo a PF, os presos serão autuados por crime ambiental e formação de quadrilha. Seis deles, que têm formação superior ou são funcionários públicos, serão transferidos para Curitiba, enquanto os demais devem ficar detidos em delegacias de Morretes, Antonina e Paranaguá. Os ocupantes de cargo público responderão ainda por crime contra a administração.

Sete das 18 pessoas que foram presas foram levadas para Curitiba. Os demais foram transferidos para Paranaguá, Antonina e Morretes.

Outro lado

A assessoria de imprensa da prefeitura de Guaratuba afirmou que a prefeita Evani Cordeiro Justus não vai se pronunciar sobre o caso e nem irá comentar o envolvimento do vice-prefeito, José Ananias Santos Júnior. Entretanto, a prefeitura divulgou nota oficial afirmando que não participa de nenhum crime ambiental e que não tem conhecimento de que agentes públicos municipais tenham participado.

A nota diz ainda que a prefeitura irá aguardar o resultado do processo para tomar alguma providência.

Já Júlio Ricardo Araújo – advogado de Mordecai Magalhães de Oliveira, chefe da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) – falou sobre a questão. Araújo afirmou que ainda não conversou com o seu cliente, pois ele foi transferido para Curitiba, e que as únicas informações que tinha constavam no processo.

Segundo o advogado, não havia nenhuma comprovação de que Oliveira praticou crime ambiental. “O crime é ter cortado e comercializado o palmito e meu cliente não fez isso”, afirmou.

Araújo afirmou que o chefe da Ciretran foi envolvido no caso porque a PF grampeou uma ligação de um dos membros da quadrilha – que ele não soube informar qual – para seu cliente. De acordo com as informações do processo, essa pessoa pediu ao chefe da Ciretran que descobrisse quem era o proprietário de um veículo. “Esse procedimento é legal, e qualquer pessoa pode solicitar ao Ciretran”, disse Araújo.

O hidrogênio como fonte de combustível para veículos

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O hidrogênio é nosso


Revista PEGN

Marcos Camargo

O QUE É: O Brasil inaugurou uma nova era para o transporte público com a utilização do hidrogênio como combustível. Desde o mês de julho, o país passou a ter um dos primeiros ônibus desse gênero no mundo — no trajeto São Bernardo do Campo-São Paulo. Até 2010, outros três coletivos serão operados pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU)

COMO FUNCIONA: O ônibus utiliza células de hidrogênio combinadas com baterias de íon-lítio para movimentar motores elétricos. O veículo brasileiro combina dois conjuntos de uso automotivo, que geram 230 kW de potência. Faz sete quilômetros por quilo de gás, o que lhe dá uma autonomia de 350 quilômetros

>>> COMBUSTÍVEL SEM CRISE
Para o abastecimento, a EMTU instalou, com auxílio da Petrobras, uma unidade de produção do gás por eletrólise, que usa apenas água e eletricidade. O custo, segundo a Tuttotrasporti, é de R$ 1 por quilo — ou seja, dá para encher o tanque por R$ 45

>>> QUALIDADE DO AR
A emissão do motor se limita a vapor d’água, gerado pela reação do hidrogênio com o oxigênio dentro das células

Reportagem completa aqui: Edição 249 – Outubro/2009

Rato gigante encontrado em ‘lost volcano’

By Matt Walker
Editor, Earth News

A new species of giant rat has been discovered deep in the jungle of Papua New Guinea.

The rat, which has no fear of humans, measures 82cm long, placing it among the largest species of rat known anywhere in the world.

The creature, which has not yet been formally described, was discovered by an expedition team filming the BBC programme Lost Land of the Volcano.

It is one of a number of exotic animals found by the expedition team.

Like the other exotic species, the rat is believed to live within the Mount Bosavi crater, and nowhere else.

Enter the volcano

“This is one of the world’s largest rats. It is a true rat, the same kind you find in the city sewers,” says Dr Kristofer Helgen, a mammalogist based at the Smithsonian National Museum of Natural History who accompanied the BBC expedition team.

Initially, the giant rat was first captured on film by an infrared camera trap, which BBC wildlife cameraman Gordon Buchanan set up in the forest on the slopes of the volcano.

The expedition team from the BBC Natural History Unit recorded the rat rummaging around on the forest floor, and were awed by its size.

Immediately, they suspected it could be a species never before recorded by science, but they needed to see a live animal to be sure.

Then trackers accompanying the team managed to trap a live specimen.

“I had a cat and it was about the same size as this rat,” says Buchanan.

The trapped rat measured 82cm in length from its nose to its tail, and weighed approximately 1.5kg.

It had a silver-brown coat of thick long fur, which the scientists who examined it believe may help it survive the wet and cold conditions that can occur within the high volcano crater. The location where the rat was discovered lies at an elevation of over 1,000m.

Initial investigations suggest the rat belongs to the genus Mallomys, which contains a handful of other out-sized species.

It has provisionally been called the Bosavi woolly rat, while its scientific name has yet to be agreed.

The giant rat was first sighted using an infrared camera trap

Other rodents, the group of animals that includes rats, grow to a bigger size.

For example, the largest rodent of all is the capybara, which lives in or near freshwater in South America.

It can grow up to 130cm long and weigh up to 65kg.

The Philippines is also home to a few species of cloud rat which can reach

Ogre-faced spider

over 2kg in weight.

But of the true rats, which includes urban brown and black rats that belong to the genus Rattus, few can match the new species.

In 2007, an expedition to New Guinea led by Conservation International discovered another closely related giant woolly rat, which can weigh up to 1.4kg. It also belongs within the genus Mallomys.

However, that species lives in the Foja Mountains, part of the Mamberamo Basin.

Mount Bosavi, where the new rat was found, is an extinct volcano that lies deep in the remote Southern Highlands of Papua New Guinea.

The expedition team entered the crater to explore pristine forest, where few humans have set foot.

Even members of the Kasua tribe, who acted as trackers for the expedition, live outside the crater, which is 4km wide and has walls up to 1km high, trapping the creatures that live within.

The island which includes Papua New Guinea and New Guinea is famous for the number and diversity of the rats and mice that live there.

Over 57 species of true “Murid” rats and mice can be found on the island. The larger rats are often caught by hunters and eaten.

Broadcast of The Lost Land of the Volcano series will begin on BBC One on Tuesday 8 September at 2100 BST. The discovery of the Bosavi woolly rat is broadcast as part of the series on BBC One on Tuesday 22 September.

BBC NEWS | Environment | Ice sheet melt threat reassessed

By Mark Kinver

Science and environment reporter, BBC News

A 3.3m sea level rise will still have a devastating impact on coastal areas

The collapse of a major polar ice sheet will not raise global sea levels as much as previous projections suggest, a team of scientists has calculated.

Writing in Science, the researchers said that the demise of the West Antarctic Ice Sheet WAIS would result in a sea level rise of 3.3m 10 ft.

Previous estimates had forecast a rise in the region of five to six metres.

However, they added, the rise would still pose a serious threat to major coastal cities, such as New York.

“Sea level rise is considered to be the one of the most serious consequence of climate change,” lead author Jonathan Bamber told the Science podcast.

“A sea level rise of just 1.5m would displace 17 million people in Bangladesh alone,” he added.

“So it is of the utmost importance to understand the potential threats to coastlines and people living in coastal areas.”

Threat reassessed

Professor Bamber, from the University of Bristol’s Glaciology Centre, said that the WAIS posed “potentially one of the most serious threats”.

The world has three ice sheets, Greenland, East Antarctica and West Antarctica, but it is the latter that is considered most vulnerable to climatic shifts.

“It has been hypothesised for more than 30 years now that the WAIS is inherently unstable,” he explained.

“This instability means that the ice sheet could potentially rapidly collapse or rapidly put a lot of ice into the oceans.”

When the idea first emerged in the late 1970s, it was estimated that global sea level would rise by five metres if the WAIS collapsed.

Current projections suggest that a complete collapse of WAIS would result in an increase of up to six metres.

But Professor Bamber said that no-one had revisited the calculation, despite new data sets becoming available, and scientists developing a better understanding of the dynamics in the vast ice sheets.

The original estimates were based on “very basic ice thickness data”, he explained.

“Ice thickness data gives you information about the depth of the bedrock underneath the ice sheet.

“Over the past 30 years, we have acquired much more ice thickness data over the whole of Antarctica, particularly over West Antarctica.

“We also have much better surface topography. Those two data sets are critical in determining two things.”

The first was knowing the volume of ice that could contribute to sea level rise, and the second was a better understanding of the proportion of WAIS that was potentially susceptible to this instability.

Instead of assuming that the entire WAIS would collapse, causing sea level to rise by up to six metres, Professor Bamber and colleagues used models based on glaciological theory to simulate how the 2.2 million-cubic-km ice sheet would respond.

“Our reassessment of West Antarctica’s contribution to sea level rise if the ice sheet was to collapse is about 3.3 metres,” he said.

“That is about half of the value that has been quoted up until now.”

The team’s study also calculated what regions were likely to experience the biggest increases in sea level.

“Sea level rise is not uniform across the world’s oceans, partly as a result of disruptions to the Earth’s gravity field,” explained Professor Bamber.

“It turns out that the maximum increase in sea level rise is centred at a latitude of about 40 degrees along the Atlantic and Pacific seaboards of North America.”

This would include cities such as San Francisco and New York.

These areas could expect increases of one-and-a-quarter times the global average, the team estimated.

In other words, if the global average was one metre, then places like New York could expect to see a rise of 1.25m.

Responding to Professor Bamber’s paper in Science, British Antarctic Survey science leader Dr David Vaughan described the findings as “quite sound”.

“But for me, the most crucial question is not solely about the total amount of ice in West Antarctica, because that might take several centuries to be lost to the ocean,” he told BBC News.

“The crucial question is how much ice could be lost in 100-200 years; that’s the sea level rise we have to understand and plan for.

“Even with this new assessment the loss of a fraction of WAIS over those timescales would have serious consequences and costs that we’ve only really just begun to understand.”

Marie-Monique Robin – “A Monsanto não é confiável”

Boa reportagem da Época. A Monsanto tem muita história. Que contem os plantadores de algodão na ìndia. Mas não precisa acreditar em mim, a internet é um campo vasto e fértil, plantado com muita informação.
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Documentarista diz que maior empresa de sementes vende produtos tóxicos e ameaça cientistas
Juliana Arini

A documentarista francesa Marie-Monique Robin, autora de O Mundo Segundo a Monsanto, dedicou três anos de sua vida para desvendar como uma indústria de químicos virou a maior companhia mundial de sementes geneticamente modificadas (transgênicas) e uma das empresas mais influentes do planeta, segundo a revista Business Week. Marie trabalha há 25 anos com matérias investigativas e recebeu prêmios como o Albert Londres, em 1995, concedido a um documentário sobre o tráfico internacional de órgãos. Em 2004, ela foi aclamada na Europa ao produzir o também premiado Esquadrões da Morte: a escola francesa, sobre a relação do governo francês com ditaduras da Amérioca Latina, nos anos 70. Para escrever a história da Monsanto, Marie analisou 500 mil páginas de documentos e viajou à Grã-Bretanha, Estados Unidos, Índia, México, Brasil, Vietnã e Noruega. A escritora fala a ÉPOCA sobre o seu último livro. Procurada pela reportagem, a Monsanto afirma que “agricultores enxergam um benefício no cultivo de seus produtos”. (clique aqui para ler a resposta completa da empresa).

ENTREVISTA – MARIE-MONIQUE ROBIN
 Reprodução QUEM É
Documentarista e jornalista francesa. Seu documentário que denuncia táticas do serviço secreto francês e conexões com a repressão na América do Sul foi premiado pelo Senado da França.

O QUE FEZ
Já publicou livros denunciando uma rede internacional de tráfico de órgãos e a prática da tortura na Guerra da Argélia. O Mundo Segundo a Monsanto virou um documentário feito pela agência de cinema do Canadá. Para investigar a história, passou cinco anos levantando 500 mil páginas de documentos e viajando para Grã-Bretanha, Índia, México, Paraguai, Brasil, Vietnã, Noruega e Itália

ÉPOCA – Existem outras companhias que também desenvolvem a biotecnologia e possuem patentes sobre sementes. Por que fazer um livro exclusivamente sobre a Monsanto?
Marie-Monique Robin -
Há cinco anos, quando trabalhava em três documentários sobre biodiversidade e os organismos geneticamente modificados – e ainda acreditava que eles não teriam problemas – eu acabei viajando muito. Fui para Canadá, México, Argentina, Brasil e Índia, e em todas essas regiões eu sempre encontrava denúncias contra a Monsanto. Foi quando eu decidi buscar quem é essa companhia que agora é a maior produtora de biotecnologia e de alimentos geneticamente modificados do planeta.

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